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Estresse leva empresas a tentar semana de trabalho de 4 dias

18/12/2018

Quatro dias de trabalho, mas ser pago por cinco? Soa muito bom para ser verdade, mas companhias ao redor do mundo que reduziram a semana de trabalho descobriram que a medida aumenta a produtividade, motiva funcionários e reduz a incidência da síndrome de “burnout”.

“É muito mais saudável e fazemos um trabalho melhor se não trabalhamos tantas horas”, disse Jan Schulz-Hofen, fundador da companhia de software de gestão de projetos Planio, sediada em Berlim e que implantou esquema de semana de quatro dias para seus 10 funcionários mais cedo neste ano.

Na Nova Zelândia, a seguradora Perpetual Guardian registrou uma queda no estresse e salto no engajamento dos funcionários depois que testou a semana de 32 horas neste ano. Mesmo no Japão, o governo está encorajando companhias a permitirem que a semana comece depois da manhã de segunda-feira, embora outros esquemas no país workaholic para que as pessoas trabalham menos tenham tido pouco efeito.

A entidade sindical britânica Trades Union Congress (TUC) está defendendo que todo o Reino Unido adote a semana de quatro dias de trabalho até o final do século, uma medida apoiada pelo partido Trabalhista, de oposição. O TUC argumenta que uma semana mais curta de trabalho é uma maneira dos funcionários compartilharem o bem-estar gerado por novas tecnologias como aprendizado de máquina e robótica, da mesma forma como o fim de semana deixou serem dias de trabalho durante a revolução industrial. “Isso reduziria o estresse do trabalho e poderia levar a uma melhor igualdade entre os gêneros.

As companhias que já tentaram afirmam que é melhor para a produtividade e o bem-estar de suas equipes”, disse a diretora econômica do TUC, Kate Bell.

 

Fonte: Exame