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NOTÍCIAS

135° colocado, sendo uma das cinco melhores colocadas (direito do trabalho) tratando de apenas uma especialidade!
Análise Advocacia 2009
Ações trabalhistas em SP: Entre as grandes advocacias está a Advocacia Borges
Consultor Jurídico
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155° colocado, sendo uma das cinco melhores colocadas (direito do trabalho) tratando de apenas uma especialidade!
Análise Advocacia 2008
156° colocado, sendo uma das cinco melhores colocadas (direito do trabalho) tratando de apenas uma especialidade!
Análise Advocacia 2007
Fluidez e organização inspiraram o arquiteto Fabio Zeppelini a elaborar o desenho que deu origem ao projeto da sede da Advocacia Borges
Revista Arquitetura & Urbanismo / Junho 2005

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A Zeppelin Associados desenvolveu o projeto de arquitetura da Nova Sedeeeeee do escritório da Advocacia Borges.
Mercados e Negócios ADVOGADOS – n° 6
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O Dr. Maurício Borges, sócio da Advocacia Borges, gravou uma série de videos para esclarecer algumas dúvidas sobre a tão comentada "Reforma Trabalhista". Confira todos os episódios

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ARTIGOS

O contrato de trabalho permanece igual, foi suspenso ou teve uma redução de jornada e salário? Entenda seus direitos do 13º salário de 2020

A tecnologia e o distanciamento social

A reforma trabalhista e a cura das mazelas sociais

Empregado com deficiência tem mais direitos do que funcionário comum?

O grave cenário dos acidentes do trabalho no Brasil

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Como manter a postura da coluna durante o trabalho?

Ortopedista alerta que as más posições podem causar dores e lesões ortopédicas Quem nunca se queixou de dor nas costas? Embora já fosse uma reclamação frequente, esse incomodo acometeu ainda mais pessoas durante o último ano. É isso que mostra um estudo britânico realizado em 2020 com empresas do Reino Unido durante a pandemia. Segundo os dados divulgados, cerca de 80% dos colaboradores que estavam em home office alegaram sentir dores nessa região desde o início do trabalho remoto.  Apesar de o número ser expressivo, o resultado da pesquisa não é uma surpresa. A maioria dos trabalhadores não tinha uma estrutura em casa que fosse ideal para desempenhar as funções, porém, a medida era fundamental naquele momento. Além disso, alguns hábitos podem piorar o cenário, como trabalhar do sofá ou cama, deixar as atividades físicas de lado e ter uma carga horária de expediente maior.  No entanto, o problema não é passageiro. Mesmo para quem seguirá em home office, quanto para aqueles que retornarão ao escritório, manter boas práticas de postura da coluna é essencial para a saúde. Por isso, o Alto Astral conversou com o ortopedista Nemi Sabeh Jr, que atua como coordenador médico da Seleção Brasileira de Futebol Feminino. Confira!  Nemi Sabeh Jr: Fazemos uma avaliação diagnóstica dentro de uma área da fisioterapia chamada posturologia. Então, o ato de ficar de pé ou sentado deve respeitar a angulação das articulações. É importante que a postura seja feita de uma forma adequada. AA: Como manter a coluna reta enquanto se trabalha sentado?  NSJ: O ideal é ter uma cadeira adequada e com apoio de braços para que eles não fiquem totalmente elevados durante várias horas por dia para digitação, por exemplo. A altura do monitor/computador também é importante para que a cabeça não fique jogada para baixo ou para cima - e assim você não fica com as costas muito arqueadas. Então, o ideal é que você tenha uma cadeira com a braçadeira na altura da mesa, uma tela de computador um pouco mais alta do que um laptop na mesa e mantenha os cotovelos apoiados, não o antebraço.  AA: A má postura pode causar danos à saúde?  NSJ: A má postura pode gerar dores e problemas ortopédicos, principalmente, pois se tratam de posições inadequadas e que demandam dificuldade em permanecer durante muito tempo. Assim, isso pode causar a compressão de algumas estruturas ortopédicas, como os tendões, por exemplo, e por não serem vascularizados de forma tão efetiva quanto os músculos, acabam sofrendo um pouco mais. Nesses casos, as lesões ortopédicas são as mais comuns.  AA: Os alongamentos podem contribuir para a postura correta? NSJ: Com o alongamento você ganhará mobilidade e flexibilidade, mas eles precisam ser indicados por um profissional para aquela região do corpo e para suas queixas.  AA: Como deve ser a rotina para evitar as dores nas costas e manter a qualidade de vida? NSJ: Realmente é realizar os três pilares básicos do nosso corpo e eu ainda incluiria o quarto. São eles: a força, a mobilidade e a flexibilidade. O quarto é a mente, porque ela faz parte de todo entendimento. Além disso, atividade física regular, a abordagem do preparador físico de acordo com os déficits diagnosticados por exames, testes físicos e estudos também trazem mais qualidade para o treinamento.  Em caso de dores ou desconfortos intensos na região das costas, busque orientação de um médico especialista para tratá-la da maneira correta. Não se automedique, nem pratique exercícios ou alongamentos sem indicação. Cuide da sua postura e corrija hábitos do dia a dia que podem prejudicá-la!  Fonte:  Nemi Sabeh Jr., ortopedista, é coordenador médico da Seleção Brasileira de Futebol Feminino, idealizador da On Evolução Corporal e atua no núcleo de especialidades do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.    Fonte: TERRA As notícias publicadas e reproduzidas nessa plataforma são de inteira responsabilidade de seus atores (citados na fonte). Dessa forma, os mesmos não traduzem necessariamente a opinião da Advocacia Trabalhista Borges Quer saber mais sobre direito trabalhista? Fale com nossa equipe, agora!  ...

'Se você denuncia machismo e racismo, é tratada como louca', diz Timnit Gebru

Referência mundial no estudo de ética e inteligência artificial, a cientista da computação Timnit Gebru não foge de falar sobre o recente episódio em que bateu de frente com um gigante da tecnologia. Ela foi demitida do Google no ano passado após enviar um e-mail interno falando acusando a empresa de "silenciar vozes marginalizadas". "Fui demitida por ser uma mulher negra que não se cala", diz Gebru, que vai participar de um evento no Brasil pela primeira vez na semana que vem - ela é uma das convidadas do Programaria Summit 2021, encontro para fomentar a carreira de mulheres na área de tecnologia. Sua demissão no ano passado gerou um escândalo global. Centenas de funcionários da empresa assinaram uma carta em defesa à pesquisadora e uma campanha online começou para apoiá-la. O Google disse que houve "muita especulação e mal-entendido" sobre a demissão. Gebru estuda como a inteligência artificial reproduz preconceitos. Ela analisa a forma como sistemas de reconhecimento facial que não reconhecem rostos negros, por exemplo, porque são calibrados para os rostos de brancos, e outros viés de algoritmos. Ela havia sido contratada como co-líder da equipe de Ética em Inteligência Artificial e produziu uma pesquisa sobre a presença de vieses e outros problemas em uma das principais tecnologias usadas pela empresa, os modelos de linguagem. A pesquisadora contou que o Google pediu que o artigo não fosse publicado ou que os nomes dos funcionários da empresa fossem retirados, e Gebru se recusou. Gabru afirma que não achava que a pesquisa "ia causar um tsunami" nem ser algo super inovador. "Mas eles acharam que era crítico demais. Eles não estão acostumados com algo que questiona a essência de uma tecnologia específica", diz ela em conversa com programadoras brasileiras que será exibida no Programaria Summit. "Eles estão acostumados com algo como 'é óbvio que grandes modelos de linguagem são muito bons' - você tem que começar com essa premissa - 'mas existe este pequeno problema... e é assim que podemos resolvê-lo'. E não estão acostumados com um trabalho que diga 'vamos repensar inteiramente essa linha de trabalho, porque ela está gerando muitos problemas'." O Google disse que houve "muita especulação e mal-entendido" sobre a demissão. Jeff Dean, um gerente sênior do Google que lida com a pesquisa em IA, afirmou que o artigo de Gebru foi apresentado um dia antes do prazo, o que não era tempo suficiente para o processo de revisão e que o trabalho "ignorou muitas pesquisas relevantes". "Timnit respondeu com um e-mail exigindo que uma série de condições sejam atendidas para que ela continue trabalhando no Google, incluindo a revelação das identidades de cada pessoa com quem conversamos e consultamos como parte da revisão do artigo e do feedback", afirmou. "Timnit escreveu que, se não atendêssemos a essas demandas, ela deixaria o Google. Aceitamos e respeitamos sua decisão de sair do Google", escreveu Dean. Gebru diz que na prática ela foi demitida. "Na verdade eles me demitiram. Eles acharam que eu ia ficar envergonhada e sair de cena", diz ela. "Eles tinham tão pouco respeito por mim que não achavam que era necessário diálogo. Achavam que eles iam apenas me dizer o que fazer e eu diria 'claro, com certeza', 'sim mestre'. Eu fui ficando cada vez mais incomodada. Porque se você me diz para fazer isso agora, o que vem depois? Como minha equipe vai conseguir fazer seu trabalho?", diz ela. "Mas eu acho que eles nem pensaram muito sobre isso. O que acontece é que eu sou uma mulher negra, no Google, que não se cala. Eu sempre levantei todos os problemas com os quais eu lidei: machismo, assédio, retaliação, todo tipo de coisa", argumenta a pesquisadora. "Não foi só o artigo, se um homem branco tivesse escrito aquela pesquisa, eles não teriam feito a mesma coisa com ele. Foi o artigo, foi eu, e o fato de que a pesquisa foi escrita da perspectiva de minorias marginalizadas. Nós demos destaque para coisas que, para eles, não são consideradas um grande problema, por exemplo, racismo e desigualdade na questão ambiental." Diversidade na tecnologia A pesquisadora diz que a comunidade científica, em geral, recebeu bem a pesquisa, apesar de ser uma área - tecnologia - em que em geral há pouca representatividade de mulheres e de pessoas negras. Gebru conta como sua infância foi importante para ela ter a confiança para entrar na área. "Eu cresci na Etiópia, até os 15 anos. Então todo mundo era negro - havia uma série de outras questões étnicas e discriminação por isso, mas em termos de raça, nunca tive essa ideia de que pessoas negras não deveriam fazer engenharia", diz ela, cuja formação é em engenharia elétrica. "Meu pai era engenheiro elétrico, minhas duas irmãs também. Eu não tinha essa sentimento de que eu não posso fazer engenharia como mulher", conta ela. Ela teve contato com o preconceito nos Estados Unidos. "Quando eu fui para os EUA e a discriminação começou no primeiro dia. Eu ouvi 'ah, você não pode fazer essa disciplina, porque é muito difícil, você iria reprovar'", conta ela. "Se eu tivesse nascido e crescido nos EUA, eu não teria ido para essa área." "Minha conselheira disse que eu não iria entrar em nenhuma das universidade para as quais eu me inscrevi", diz ela, que foi aprovada na Universidade de Stanford e trabalhou em parceria com o MIT (Massachusetts Institute of Technology). Ela diz que muitas vezes o racismo sutil é mais difícil de lidar do que o racismo e o machismo óbvios. "Quando o racismo é óbvio, você sabe com o que está lidando. Mas o que acontece muitas vezes é que eles sabem que não devem dizer essas coisas, então eles agem de maneira claramente racista e machista, mas usam códigos, te colocam em certos lugares", afirma. "E se você denuncia, você é tratada como louca, você é quem está imaginando. É o (que se chama de) gaslighting", diz ela. "Muito assédio e muito abuso passam despercebidos porque ninguém está prestando atenção", diz. A conversa completa de programadoras brasileiras com Gebru será exibida no Programaria Summit, no qual ela também fará uma participação ao vivo. O evento tem parte da programação gratuita e acontece nos dias 9, 16, 17 e 18 de setembro.     Fonte: BBC As notícias publicadas e reproduzidas nessa plataforma são de inteira responsabilidade de seus atores (citados na fonte). Dessa forma, os mesmos não traduzem necessariamente a opinião da Advocacia Trabalhista Borges Quer saber mais sobre direito trabalhista? Fale com nossa equipe, agora!  ...

A tecnologia e o distanciamento social

Novas demandas já exibem, com clareza, a necessidade de recapacitação e a revisão dos modelos de negócios. Segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), foram abertas no estado de São Paulo 7.770 empresas de 1º de abril a 5 de maio deste ano, uma queda de 72% em relação ao mesmo período do ano passado. Com o distanciamento social multiplicam-se as reuniões pela web, as palestras on-line, as produções audiovisuais e as diversas formas de se comunicar. As instituições de ensino recorreram às plataformas digitais para dar continuidade à formação dos alunos. Foram feitos investimentos em capacitação de professores, tecnologia e infraestrutura. Pais, mestres e responsáveis se viram diante de um desafio. Ou seja, não somente nas interações de trabalho, mas também nas relações pessoais muita coisa mudou e vai mudar. Sueli Gomes (52), relações púbicas, conta que seu filho, Pedro (6), que está na primeira série do colégio Morumbi Sul, acompanha as  aulas on-line por meio do Google Classroom. “A escola criou um e-mail para cada um dos alunos e o App é bem prático e fácil de usar. Cada grupo de aulas tem um ícone, que é utilizado tanto para assistirmos às aulas on-line quanto para as aulas off-line, e também para postarmos comentários e as lições de casa. Ele é bem dinâmico e as professoras conseguem mostrar a lousa e fazer exercícios on-line com os alunos.” Além das aulas normais, Pedro também cursa inglês, futsal e artes. Tudo pelo aplicativo. Na indústria, a tecnologia sempre se fez presente, e agora mais atividades são controladas a distância. Com a introdução de sistemas tecnológicos digitais na agricultura, o cooperativismo terá mudanças significativas para o encontro de melhores resultados da produção, venda e distribuição dos produtos. A democratização do acesso às estruturas digitais fortalecerá o pequeno produtor. “Peço delivery de hortaliças e frutas a uma família que planta em um sítio aqui, perto de São Paulo. Eles não tinham esse serviço antes da pandemia. Agora, é tudo pelo Whatsapp. Isso comprova que, na dificuldade, com o virtual, encurtamos algumas distâncias. Estamos  mais próximos de produtos e serviços que desconhecíamos. O resto do abastecimento da casa, faço pelo aplicativo do supermercado”, conta a dona de casa Suzane de Souza (67). A tecnologia salvou muitos negócios. Hamburguerias, pizzarias e restaurantes que antes não ofereciam serviços de delivery precisaram a iniciar as operações, já que foram os últimos a abrirem as portas. Para viabilizar o novo serviço, recorreram a aplicativos de entregas como Rappi, Ifood, Loggi e UberEats. Esses aplicativos, além de funcionais, são ferramentas úteis para que as pessoas se engajem em campanhas solidárias de arrecadação e ajudem outras em estado de vulnerabilidade. “Graças aos inúmeros aplicativos de delivery, colaboramos com profissionais e funcionários que trabalham em bares e restaurantes. Muitos foram dispensados de seus trabalhos sem saber, ao certo, quando e se terão seus empregos de volta”, afirma a bartender Carina Salazar. E não para por aí. O engenheiro Marco de França (42) tem se reunido pelo aplicativo Zoom com os amigos semanalmente. “Tínhamos o hábito de fazer happy hour toda quinta-feira. Não mudamos a rotina. Só mudamos de endereço e forma”, conta. Além das gargalhadas e dos brindes virtuais, os aplicativos de conferência têm sido importantes para matar a saudade. “Meus pais são idosos e não podemos nos ver. Reunimos a família toda no domingo. É como se estivéssemos reunidos como antes. Mas sem abraços e cheiros, sempre falta algo. A saudade é grande”, emociona-se Marco. Leia na íntegra clicando na imagem abaixo:  ...

Advocacia Trabalhista Borges

Como podemos auxiliar:

Nossa equipe jurídica está totalmente preparada para ajudar na sua causa!
Com profissionais especializados na área trabalhista, atendemos pessoa física e jurídica.
Atuamos nas áreas consultiva e contenciosa em favor do reclamante e reclamado

Perguntas Frequentes

As Férias é o período de descanso anual que deve ser concedido ao empregado após o exercício de atividades por um ano, ou seja, por um período de trabalho de 12 meses, sendo que serão concedidas no prazo de 12 meses subsequentes à aquisição do direito. Assim, a lei não permite a conversão "vender as férias" de todo o período em pecúnia, mas autoriza que apenas 1/3 do direito a que o empregado fazer jus seja convertido em dinheiro.
O tempo de duração de um processo trabalhista não depende nem do cliente e nem do advogado, mas das instâncias judiciais nas quais o processo está em andamento, bem como da matéria envolvida. Dessa forma, o tempo pode variar de caso a caso.
No caso dos processos envolvendo bancários, como questões relacionadas ao pagamento de hora extra, 7ª e 8ª horas extras, cargo de confiança, entre outros, as particularidades da legislação no que concerne a essa categoria exigem que o profissional responsável pelo caso tenha um amplo conhecimento do direito dos bancários e, dessa forma, possa garantir mais segurança ao cliente durante a condução do processo.
O parágrafo primeiro, do artigo 459 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), estabelece que o pagamento do salário deve ser realizado no máximo até o 5º dia útil do mês subsequente ao vencido. É permitido o pagamento por cheque ou depósito bancário a alfabetizados, desde que o horário do banco permita ao empregado movimentar a conta, devendo a empresa pagar as despesas de condução, se o banco não estiver próximo. A movimentação da conta através de cartão magnético também é permitida.

Nossa Equipe

Mauricio Nahas Borges

OAB/SP 139.486

Judite Nahas

OAB/SP 20.885

Andréa Nahas Borges

OAB/SP 130.942

José Oscar Borges

OAB/SP 54.473

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