A inserção da mulher no mercado de trabalho brasileiro

09/03/2018

Dia 8 de março foi celebrado o Dia das Mulheres, o qual remete às lutas femininas por mais direitos e condições de vida e trabalho.
Vale destacar que as diferenças entre os sexos ainda são notáveis, o que reforça a importância das lutas por igualdade entre os sexos.

“No Brasil, as demandas das mulheres são de diversas naturezas e entre elas está a questão do mercado de trabalho. Assim, este texto ilustra a inserção das mulheres no mercado de trabalho brasileiro a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua) para o terceiro trimestre de 2014, captando a estrutura do mercado de trabalho, e a compara com a situação na recessão (terceiro trimestre de 2016). Apesar da relevância das diferenças entre mulheres, como em termos regionais ou raciais, trata-se aqui da desigualdade entre os sexos.

A inserção da mulher no mercado de trabalho se diferencia daquela do homem no momento inicial, ou seja, na participação neste mercado. A taxa de participação das mulheres é mais baixa do que a dos homens, refletindo uma diferença anterior à entrada no mercado de trabalho.

Assim, mesmo representando 52,3% da população em idade ativa, as mulheres são apenas 43,3% da população economicamente ativa. Este maior número de inativas está relacionado a donas de casa, mulheres grávidas ou mães solteiras que optam por não estar no mercado de trabalho.

A menor taxa de participação, somada à maior taxa de desemprego feminino, leva a uma taxa de ocupação menor das mulheres. Entretanto, entre os ocupados, a taxa de assalariamento (aqueles cuja remuneração é na forma de salários) das mulheres é maior do que a dos homens.”

 

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